Mãos acolhendo a silhueta de duas crianças em ambiente institucional
Causa pilar

Proteção da infância como responsabilidade pública

Proteger crianças e adolescentes é um dever de toda a sociedade e do poder público. Conheça as frentes que organizam essa atuação — da prevenção à rede de apoio.

Frentes de atuação

Como a proteção se organiza

Uma agenda estruturada, que vai da prevenção ao cuidado, com políticas, parcerias e responsabilidade institucional.

Proteção integral

Garantir que toda criança e adolescente tenha seus direitos respeitados em casa, na escola e na comunidade — com prioridade absoluta, como determina a lei.

Prevenção à violência infantil

Agir antes que a violência aconteça: identificação de sinais, informação às famílias e capacitação de quem convive com a infância.

Fortalecimento das famílias

Apoiar as famílias como primeiro espaço de cuidado, com orientação, acolhimento e acesso à rede de serviços públicos.

Escolas mais seguras

Tornar a escola um ambiente de proteção, escuta e denúncia responsável, preparada para acolher e encaminhar casos de risco.

Rede de proteção

Integrar conselhos tutelares, saúde, assistência social, segurança e Justiça para que a proteção funcione de forma articulada.

Medidas protetivas

Assegurar respostas rápidas e medidas protetivas de urgência para crianças e adolescentes em situação de violência.

Legislação

A Lei Henry Borel criou medidas protetivas de urgência para a infância, inspirada na lógica da Lei Maria da Penha. Fortalecer e aplicar a legislação é prioridade.

Materiais educativos

Produzir e difundir conteúdos que orientem famílias, escolas e profissionais sobre como prevenir, identificar e denunciar a violência.